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1 de março de 2014

Justiça aceita denúncia contra cinco acusados de levar droga em aeronave

Edição do dia 28/02/2014
28/02/2014 21h22 - Atualizado em 28/02/2014 21h22

Aeronave foi apreendida com quase meia tonelada de cocaína. Gustavo Perrela, sócio de empresa dona de helicóptero, não foi citado na denúncia.

A Justiça Federal aceitou a denúncia contra cinco acusados de envolvimento no transporte de cocaína, encontrada no interior de um helicóptero, no Espírito Santo.
A aeronave foi apreendida numa fazenda, em novembro do ano passado, com quase meia tonelada da droga.
Foram denunciados por tráfico e associação para o tráfico o piloto Rogério Almeida Antunes, o copiloto Alexandre José de Oliveira Júnior, o dono da propriedade rural, Elio Rodrigues e os dois homens que teriam descarregado a cocaína: Robson Ferreira Dias e Everaldo Lopes de Souza.
O deputado Gustavo Perrela, do Partido Solidariedade, sócio da empresa Limeira Agropecuária e Participações, dona da helicóptero, não foi citado na denúncia. Segundo a Polícia Federal ele não tem envolvimento com o caso.

25 de fevereiro de 2014

Alvimar Perrella é denunciado em MG por fraudes em licitações

Outras 17 pessoas são suspeitas de participar do esquema.
Empresa de Alvimar fornecia alimentos para presídios.

Do G1 MG, com informações do MGTV 2ª edição

O Ministério Público de Minas Gerais denunciou criminalmente à Justiça nesta segunda-feira (24) o ex-presidente do Cruzeiro Alvimar de Oliveira Costa, conhecido como Alvimar Perrela, irmão do senador Zezé Perrella (PDT-MG), e outras 17 pessoas. Segundo a denúncia, eles são acusados de participar de um esquema de fraude em licitações para o fornecimento de alimentos a presídios de Minas Gerais.

De acordo com o MP, entre os crimes cometidos pelos suspeitos estão fraude em licitação, lavagem de dinheiro, corrupção ativa, formação de quadrilha e fraude processual. O Ministério Público afirma que cerca de R$ 80 milhões teriam sido desviados, em 32 licitações entre os anos de 2009 e 2012.
Na denúncia, Alvimar e outros dois empresários são apontados como chefes do esquema. Os três são donos da empresa Stillus Alimentação, com sede em Belo Horizonte.

O esquema, de acordo com as investigações, funcionava da seguinte forma: os sócios João Wilson Veloso, Álvaro Wagner Diniz de Araújo e Alvimar Perrela,  orientavam o advogado Bruno Vidotti, que fazia as propostas com preços pré-estabelecidos e combinados com empresas parceiras do grupo, dando preferência para a Stillus Alimentação.

Entre os denunciados, estão ainda duas servidoras da Secretaria de Estado de 
Defesa Social e dois diretores de presídios. 
Em junho do ano passado, uma operação que envolveu Ministério Público, Receita Federal e as polícias Civil, Militar e Federal apreendeu documentos na empresa Stillus, e na casa de Alvimar Perrela.

“Existe o momento da formação do cartel. As empresas se associando pra formar um grupo econômico sólido pra vencer os processos licitatórios. Posteriormente, na execução dos contratos houve um prejuízo ao estado mediante a corrupção ativa e passiva pra que a entrega dos produtos fosse numa quantidade menor e de qualidade pior”, afirmou o promotor Eduardo Nepomuceno.

A advogada que representa os sócios da empresa Stillus Alimentação informou que os denunciados ainda não receberam a comunicação formal da denúncia e só depois irão se pronunciar.

De acordo com o Fórum Lafayete, em Belo Horizonte, a denúncia será encaminhada para uma das varas. O juiz encarregado irá citar os denunciados que terão 10 dias para o oferecimento da defesa. Após a análise do processo, o magistrado irá decidir se aceita ou não a denúncia.

A Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) informou por meio de nota que das duas servidoras denunciadas, apenas uma ainda estava na ativa. Segundo a Seds, ela foi afastada do cargo até que a denúncia seja apurada.

A secretaria informou também que ainda não foi notificada pelo Ministério Público, mas que vai contribuir com informações sobre os processos de alimentação das unidades prisionais do estado, caso seja solicitado.

Assim é fácil é como ser Tri sem ser Bi

15 de fevereiro de 2014

Marchinha sobre apreensão de aeronave dos Perrella vence concurso

15/02/2014 10h39 - Atualizado em 15/02/2014 11h38

‘Baile do Pó Royal’ foi a campeã do Concurso Mestre Jonas, em BH.
‘Pula catraca’ ficou em segundo lugar, e ‘Carnaval’ em terceiro.

'Baile do Pó Royal' vence Concurso de Marchinhas Mestre Jonas, em Belo Horizonte (Foto: Crédito Flávio Charchar / Árvore de Comunicação)
A música ‘Baile do Pó Royal’ foi a vencedora do 3º Concurso de Marchinhas Mestre Jonas do carnaval de Belo Horizonte. A grande final foi realizada na madrugada deste sábado (15) na quadra do Grêmio Recreativo e Escola de Samba Cidade Jardim. Os campeões levaram o prêmio de R$ 5 mil.

A canção fala sobre o episódio envolvendo a apreensão de mais de 400 quilos de cocaína no helicóptero da família do senador Zezé Perrela (PDT-MG) no fim do ano passado. A marchinha foi composta por Alfredo Jackson, Joilson Cachaça e Thiago Dibeto. Gustavo Maguá, Oleives, Thiago Dibeto e Vitor Velloso foram os interpretes.
Em segundo lugar ficou a marchinha “Pula catraca” composta por Eduardo Macedo e interpretada por Alaécio Martins, Daniela Godoy, Eduardo Macedo e Marina Cyrino. Eles levaram para casa o prêmio de R$ 3 mil.

A música “Carnaval” de Kdu dos Anjos e Matheus Brant foi escolhida a terceira melhor canção do concurso. O prêmio foi de R$ 1 mil.

Segundo a organização, neste ano, foram inscritas 119 marchinhas no Concurso Mestre Jonas, que em sua 3ª edição já se consolida como evento tradicional do carnaval da capital mineira. O tom crítico e irreverente das músicas em relação, principalmente, a política são temáticas recorrentes.

As 12 marchinhas finalistas foram executadas pelos respectivos intérpretes e por uma banda formada por Thiago Delegado e outros 10 músicos. Um corpo de cinco jurados escolheu as três melhores canções e o público presente definiu a ordem de premiação.

Além do dinheiro, os vencedores se apresentam no desfile da “Banda Mole”, no sábado, 22 de fevereiro, na Avenida Afonso Pena, Centro de Belo Horizonte. Você também pode ouvir na internet as 12 marchinhas finalistas.

31 de janeiro de 2014

Com 'estádio de mentira', Kalil provoca ex-presidente do Cruzeiro

Dirigente alvinegro declarou que Zezé Perrella utilizava a promessa de construção de uma arena para acalmar a torcida após derrotas importantes


Presidente atleticano também espera encerrar mandato dele com conquistas nesta temporada
PUBLICADO EM 31/01/14 - 08h38
O presidente do Galo, Alexandre Kalil, deu uma alfinetada no ex-mandatário do Cruzeiro, Zezé Perrella, quando foi abordado sobre o estádio que queria construir para o Atlético. Mesmo sem citar nomes, ele deixou claro que falava a respeito de Perrella, que prometeu um estádio para a Raposa, o que não ocorreu.

“É bom falar sobre isso quando a gente perder um jogo importante. Me lembro de um presidente que fazia isso. Quando a torcida ficar brava por conta de um jogo importante que a gente perder, eu anuncio um estádio de mentira”, disse Kalil, usando um tom sarcástico, em entrevista à Rádio Itatiaia.
O mandatário alvinegro acredita que seu sucessor no cargo possa ter condições de obter êxito na construção de um estádio para o Galo.
Antes disso, ele espera conquistar mais títulos pelo alvinegro. “Quero deixar um grande ano para o Atlético. Quero que Deus abençoe nossa diretoria para deixar um legado legal a essa torcida que sofreu tanto e hoje está tão feliz. E quero ir embora do Atlético deixando a torcida com o coração em paz. E que o próximo presidente tenha paz para trabalhar”, afirmou.

29 de janeiro de 2014

Justiça capixaba aceita denúncia envolvendo helicóptero da família Perrela

Ailton Weller - 28/01/2014 14h23 - Atualizado em 28/01/2014 14h49


A Justiça Federal do Espírito Santo aceitou denúncia feita pelo Ministério Público Federal (MPF-ES) contra os acusados de tráfico de droga presos no ano passado com 445 quilos de pasta-base de cocaína em helicóptero da Limeira Agropecuária, empresa do deputado estadual por Minas Gerais Gustavo Perrella (SDD), filho do senador Zezé Perrella (PDT-MG).

A aeronave foi apreendida em novembro do ano passado no município de Afonso Cláudio, sul do Estado do Espírito Santo. Além do piloto da aeronave, Rogério Almeida Antunes, foram denunciados por tráfico de drogas e associação para o tráfico o co-piloto Alexandre José de Oliveira Júnior, os responsáveis por descarregar o helicóptero Robson Ferreira Dias e Everaldo Lopes de Souza, e o dono da propriedade que servia de base para a organização, Elio Rodrigues.

No entanto, no seu despacho, o juiz Marcus Vinícius Figueiredo de Oliveira Costa não faz menção ao nome de Rodrigues.

O magistrado negou o pedido feito pelo MPF para o desmembramento do inquérito, mas autorizou o envio das cópias à Procuradoria-Geral da República (PGR) e à Procuradoria-Regional da República da 2ª Região (PRR2) . O MPF havia feito o pedido levando em conta que o proprietário da aeronave tem foro privilegiado.

No entanto, Gustavo Perrella não foi denunciado pelo órgão. O procurador da República Fernando Amorim Lavieri, autor da denúncia, frisou que a remessa das peças para o TRF2 não implica uma opinião negativa sobre a participação do parlamentar nos fatos.

Na sua decisão, o juiz Marcus Costa afirmou que "tal requerimento apenas faria sentido se tivesse vindo prova da participação das autoridades mencionadas". Ele ainda autorizou que "as autoridades policiais extraiam as cópias indispensáveis e compartilhem as informações obtidas para fins de prosseguimento das investigações a seu encargo". Costa deu prazo de 10 dias para os acusados apresentarem suas defesas prévias.

Em ocasiões anteriores, o senador e o deputado negaram envolvimento com o caso. A PF (Polícia Federal) durante as investigações também negou que eles estivessem envolvidos.