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23 de dezembro de 2014

Problemas econômicos da era Kalil são desafio para novo presidente


Em seu primeiro ano, Nepomuceno terá dificuldade para equilibrar balança financeira


Por Fernando Martins Y Miguel
A crise financeira no futebol brasileiro vem afetando, desde o ano passado, o campeão da Libertadores de 2013 e atual campeão da Copa do Brasil. O bloqueio do dinheiro referente à venda do atacante Bernard, em agosto de 2013, foi apenas o pontapé inicial para as dificuldades que o clube vem atravessando desde então.

Bernard foi negociado com o Shakhtar Donetsk (Ucrânia) por cerca de R$ 77 milhões. Mas, por causa de dívidas fiscais, a Fazenda Nacional bloqueou parte do montante. No dia 19 de dezembro, no entanto, o clube conseguiu a homologação do acordo com o Refis, o que representa o fim dos bloqueios econômicos. Isso significa uma forma de aliviar as contas, já que o processo culminou com prêmios e salários atrasados aos jogadores.

O orçamento anual foi afetado pelos problemas financeiros do clube. As receitas diminuíram de R$ 254 milhões em 2014 para R$ 208 milhões previstos para a próxima temporada. Além disso, o valor para investimento direto em contratações vai cair de R$ 25 milhões para apenas R$ 2,5 milhões.

Por isso, a atual diretoria, presidida por Daniel Nepomuceno, iniciou a montagem do elenco para a Libertadores com ajuda de investidores. Isso já aconteceu na contratação de Lucas Pratto, atacante argentino, ao Vélez Sarsfield.

“A diretoria tenta quitar débitos com os jogadores. Os salários estão atrasados em um mês, e os direitos de imagem, em dois. Há ainda o 13º e as premiações por conquistas”

O Galo tentará manter 90% dos jogadores de seu elenco, considerado o terceiro mais valioso do futebol brasileiro, em um levantamento da Pluri Consultoria, divulgado em dezembro. Além de Pratto, a diretoria pretende fazer mais duas contratações e negociar os atacantes André e Jô, que têm altos salários e são considerados cartas fora do baralho por indisciplina.

O clube ainda briga na Justiça para não ficar com fama de mau pagador. O Al-Gharafa (Catar) acionou a Fifa para receber o pagamento de metade dos direitos do atacante Diego Tardelli. Ele foi contratado no início de 2013, com 50% (2,5 milhões de euros) de participação do patrocinador master, o banco BMG, e 50% do Atlético-MG. O clube catariano alega que os mineiros não efetuaram o pagamento.

Internamente também há problemas: a atual diretoria tentará quitar os débitos junto aos jogadores. Ao longo da temporada, eles sofreram com salários atrasados sistematicamente, o que levou Tardelli e o zagueiro Réver a reclamarem ao final da temporada. Os vencimentos estão com atraso de um mês e os direitos de imagem em dois meses, além do 13º e da premiação pelas conquistas da Libertadores, Recopa e Copa do Brasil.

Com cotas de televisão já antecipadas, o Atlético-MG corre atrás para fechar o novo contrato de patrocínio master, já que o BMG não permanecerá. A diretoria vai se reunir nos próximos dias com a direção da Caixa Econômica Federal para fechar um acordo para estampar a logomarca nas camisas e a nova parceria.


O Galo decidiu fazer uma ação para ampliar o programa sócio-torcedor e captar maior receita, além de mandar mais jogos no Mineirão, uma vez que o Independência comporta apenas 23 mil torcedores.








4 de julho de 2014

Kalil : Estádio e nega saída de R10


O presidente do Atlético-MG, Alexandre Kalil, confirmou que será candidato a deputado federal e durante o lançamento da candidatura conversou com a imprensa e confirmou que o Galo realmente terá um estádio nos próximos anos. Segundo ele, o projeto já está na prefeitura de Belo Horizonte para aprovação.

iLUSTRAÇÃO
“Até 31 de dezembro não dá tempo de fazer estádio. Mas está muito bem encaminhado. Na hora que eles bobearem, o Atlético-MG vai estar com estádio próprio sim. O projeto está pro
nto. Está em fase de aprovação. Não é em Contagem não. É em Belo Horizonte. (O projeto) está lá na Prefeitura”, declarou.
Questionado sobre o compromisso para mandar jogos no Independência, Kalil foi claro ao afirmar que não existe obrigação de jogar no Horto. “O Atlético-MG pega o contrato com a BWA e bota na gaveta. Nós viabilizamos a BWA. Sabe o que parece? Que o Atlético-MG assinou um documento com a BWA que obriga o Atlético-MG a jogar lá. Não. Nós fizemos uma parceria simbiótica com a BWA. Ela só se interessaria pelo Independência com o Atlético-MG. Mas não tem obrigação nenhuma com a BWA”, disse.
Além da construção do estádio do Galo, a permanência de Ronaldinho Gaúcho também foi assunto na entrevista do mandatário alvinegro. Um dirigente egípcio chegou a declarar que já tinha um acerto com o jogador, o que foi desmentido pelo irmão de R10 e também pela cúpula atleticana.







27 de maio de 2014

Kalil: Fernandinho: "Siga sua vida"


Belo Horizonte (MG)

O presidente do Atlético-MG, Alexandre Kalil, anunciou nesta segunda-feira que o jogador Fernandinho não faz mais parte do elenco. O dirigente comunicou aos torcedores sobre a saída do atleta por seu Twitter pessoal, ferramenta normalmente utilizada pelo mandatário.
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“Resolvi. Fernandinho, siga a sua vida! Tchau e bença”, publicou Kalil. O clube e o jogador estavam se desentendo desde o fim de semana. O atleta se recusou a viajar para enfrentar o Criciúma, querendo evitar o limite de sete partidas no Campeonato Brasileiro, o que impossibilitaria sua negociação com outro clube da elite nacional.


Jogador do Al Jazira, dos Emirados Árabes Unidos, Fernandinho estava emprestado ao time mineiro até o fim de junho. O atleta tem preço fixado em aproximadamente R$ 11 milhões. O Atlético-MG estaria interessado em renovar o empréstimo, mas o clube árabe quer negociar o passe em definitivo.








CONFIRA TAMBÉM:





10 de abril de 2014

100ª contratação

Anelka é a 100ª contratação da gestão Kalil no Galo

Atacante francês é esperado nos próximos dias / Paul Ellis/AFP

A contratação do jogador francês Nicolas Anelka pelo Atlético-MG, anunciada via Twitter pelo presidente do clube, Alexandre Kalil, não chamou a atenção da mídia esportiva à toa, afinal, o atacante é o 100º jogador a ser contratado na gestão de Kalil, que assumiu o clube em 2009.
A maioria dos atletas chamados por Kalil não vingou no clube mineiro, mas outros se tornaram peças importantes no time e na conquista da Libertadores da América de 2013, que carmbou o passaporte do clube para o Mundial da Fifa.

Jô, Guilherme, Réver, Victor, Josué, Pierre, Leandro Donizete, Leonardo Silva, Diego Tardelli e Ronaldinho Gaúcho ajudaram na conquista da primeira Libertadores do Galo. Luan e Neto Berola chegaram depois, mas se tornaram peças importantes no time.
Confira a lista das 99 contratações anteriores a Anelka:
Quem ainda está no elenco

  1. Diego Tardelli
  2. Ronaldinho Gaúcho
  3. Victor
  4. Réver
  5. Josué
  6. Pierre
  7. Leandro Donizete
  8. Leonardo Silva
  9. Edcarlos
  10. Otamendi
  11. Emerson
  12. Michel
  13. Rosinei
  14. Luan
  15. Fernandinho
  16. Dátolo
  17. Claudinei
  18. Pedro Botelho
  19. Giovanni
  20. Fernandinho
  21. Emerson Conceição
  22. Neto Berola
  23. Richarlyson
  24. André
  25. Guilherme.
  26. Quem já foi embora
  27. Júnior Carioca
  28. Carlos Alberto
  29. Lopes
  30. Júnior
  31. Renan
  32. Carlos Júnior
  33. Alessandro
  34. Mariano Trípodi
  35. Fabiano
  36. Elder Granja
  37. Hugo
  38. Jonílson
  39. Júlio César
  40. Evandro
  41. Aranha
  42. Alex Bruno
  43. Wellington Saci
  44. Rentería
  45. Pedro Oldoni
  46. Coelho
  47. Côrrea
  48. Jorge Luiz
  49. Benítez
  50. Carini
  51. Ricardinho
  52. Leandro
  53. Jairo Campos
  54. Muriqui
  55. Marcelo Nicácio
  56. Obina
  57. Cáceres
  58. Zé Luís
  59. Marcelo
  60. Nicão
  61. Ricardo Bueno
  62. Diego Macedo
  63. Lima
  64. Daniel Carvalho
  65. Fábio Costa
  66. Fernandinho
  67. Diego Souza
  68. Edíson Mendez
  69. Jheimy
  70. Jackson
  71. Joédson
  72. Alê
  73. Rafael Cruz
  74. Patrick
  75. Toró
  76. Magno Alves
  77. Wesley
  78. Jóbson
  79. Mancini
  80. Lee
  81. Luís Eduardo
  82. Guilherme Santos
  83. Dudu Cearense
  84. Marquinhos Cambalhota
  85. Gilberto
  86. Jônatas Obina
  87. Caio
  88. Triguinho
  89. Didira
  90. Carlos César
  91. Danilinho
  92. Escudero
  93. Rafael Marques
  94. Junior César
  95. Juninho
  96. Leonardo
  97. Gilberto Silva
  98. Alecsandro
  99. Morais

18 de março de 2014

Kalil nega ida de Sheik para o Galo

17/03/2014 12h06 - Atualizado em 17/03/2014 12h44
'É um sonho de uma noite de verão'
Presidente diz desconhecer troca do atacante corintiano por André e brinca com repórter que fez pergunta: 'O que mais tem no negócio? Não sei de nada, me conta'
Por Léo Simonini
Belo Horizonte

Não é de hoje que existem rumores de que Atlético-MG e Corinthians estudam uma forma para Emerson Sheik jogar em Belo Horizonte. Na primeira vez, o Atlético-MG se assustou com os altos salários do jogador, superiores a R$ 500 mil, e recuou. As conversas voltaram recentemente, e o negócio envolveria a ida do centroavante André, pouco aproveitado no Galo, para o Parque São Jorge. Além disso, o clube paulista arcaria com cerca de 50% do salário do Sheik. Durante o lançamento dos novos uniformes do time mineiro, nesta segunda-feira, no entanto, o presidente Alexandre Kalil negou qualquer possibilidade de troca.
- Não fui procurado, mas obviamente o André tem preço, é um garoto ainda. Pessoalmente, gosto do Sheik, mas não tenho a menor condição de trazer o Sheik. São valores totalmente fora do nosso padrão. Se for, ele (André) sabe que tem que me procurar. É um sonho de uma noite de verão trazer o Sheik. Não vou trocar um jogador de 24 anos por um de 33. Não sou bobo.

Quando um repórter questionou que o Timão pagaria parte dos salários do jogador, o dirigente brincou.
- Então você já está sabendo (risos). Eu não estou sabendo de nada. O que mais tem no negócio? Me conta. Vamos fazer o negócio. Sobe aqui que nós sentamos aqui e resolvemos - encerrou, em meio a risadas.
Alexandre Kalil, presidente do Atlético-MG, negou ida de Emerson Sheik para o clube mineiro (Foto: Léo Simonini)
Sem prorrogação

Kalil também negou a prorrogação do contrato do lateral Richarlyson, cujo contrato se encerrou no fim de 2013, mas foi renovado por causa da lesão no joelho do jogador até ele se curar.


- O Richarlyson renovou para se tratar. Foi uma reunião entre o empresário dele, Júlio, e o Maluf, e foi resolvido. Além disso não tem mais nada - completou.

28 de fevereiro de 2014

Alexandre Kalil, Grondona, Tite, Muricy, Gabigol, Ceni e mais no 'Frases da Semana'


28/02/2014 13h42 - Atualizado em 28/02/2014 13h55

Escolha a melhor declaração dos últimos sete dias na enquete do 'Redação'

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Sexta-feira é dia de "Frases da Semana" no "Redação SporTV", e quem escolhe a melhor declaração dos últimos sete dias é você. Desta vez, Gabigol, Rogério Ceni, Oswaldo de Oliveira, Muricy Ramalho, Tite, Julio Grondona, Nicolas Almagro e Alexandre Kalil disputam o posto.

Gabigol x Rogério Ceni
A lista de polêmicas envolvendo Rogério Ceni parecem não acabar. O goleiro do São Paulo foi citado por Gabigol no clássico paulista entre Santos e São Paulo:
- O Rogério manda no jogo sempre - disse o atacante do Peixe.

Ceni prontamente respondeu em campo aos jornalistas:

- Que bom que ele diz que eu mando no jogo, porque aí ele aprende como se joga - retrucou o ídolo são-paulino.

Oswaldo de Oliveira
Expulso no clássico contra o São Paulo, o técnico do Santos explicou porque tem extravasado em campo e sido punido pelos árbitros: recomendações médicas.
- Eu quero pedir desculpas a todos, torcedores e imprensa, porque é a segunda vez que sou expulso em um espaço de tempo muito pequeno. Recentemente, meu médico falou "Não guarda, não somatiza, porque isso vai te fazer mal" - disse

Alexandre Kalil
Em participação no programa Camarote FC, o presidente do Galo deixou claro que caracteriza sua gestão à frente do clube como uma "ditadura"
- O Atlético é assim, eu trato como se fosse meu. Estou indo embora em dezembro, entra um democrata qualquer e faz a democracia que quiser. Comigo, não tem democracia. Não sou dado a golpe, sou dado a ditadura. Não tem problema nenhuma.

Nicolás Almagro
O tenista se defendeu após xingar o rival argentino Federico Delbonis e discutiu com um jornalista. Para o espanhol, o adversário mirou o seu corpo ao devolver uma bola em partida pelo Brasil Open.
- Então eu tenho que pedir desculpa a ele? Pelo insulto? Só você que viu insulo... - disse


Muricy Ramalho
O técnico do São Paulo explicou a bronca que deu em Douglas no intervalo do clássico contra o Santos.
- Isso aqui não é jogo de menina, é jogo duro, não pode falar "Por favor, como você está?". Aqui não tem esse papo, meu - disse.
Tite
Sem clube, após deixar o comando do Corinthians, Tite atacou de comentarista na Rádio Caxias para analisar o duelo Caxias x Juventude pelo Gauchão. E não perdeu seu discurso usual ao analisar um pênalti.
- Não consegui ter a convicção nesse carrinho, apesar de entender que esse volante é excessivamente faltoso. Novamente, pode estar determinando o placar do jogo, ou uma ação que possa definir o placar, vamos colocar assim, em cima de uma imprudência - disse o treinador.

Julio Grondona
O presidente da Associação Argentina de Futebol defendeu que a lei seja cumprida para penalizar os torcedores que praticam atos de violência, mas se esquivou de responsabilidade ao ser indagado sobre seu papel como dirigente capaz de por fim às organizadas.
- Coloque vocês (a imprensa). Eu te convido a estar a frente - disse.

25 de fevereiro de 2014

Kalil critica Mineirão e o legado da Copa: 'O que temos é um terror'

Em participação no programa Camarote, do canal Premiere, presidente do Atlético-MG isenta Dilma e CBF, mas diz que pretende sair do Brasil em junho


Por GloboEsporte.com
Rio de Janeiro

O programa Camarote, do canal Premiere, recebeu como convidado esta semana, na estreia do seu novo cenário, o presidente do Atlético-MG, Alexandre Kalil Filho, que deixa o cargo no fim deste ano. Ele foi entrevistado pelo apresentador Jorge Luis Rodrigues e pelos jornalistas André Rizek, do SporTV, e Maíra Lemos, da TV Globo. Um dos dirigentes mais atuantes do futebol brasileiro e filho de Elias Kalil, que comandou o clube na década de 1980, ele falou sobre diversos assuntos como a perspectiva para a temporada de 2014; Mineirão; a sua maneira de presidir; o legado da Copa do Mundo para o país; a dívida dos clubes; a perda do Mundial; a relação com Ronaldinho Gaúcho; a magia do Independência; e o fato de a Cidade do Galo ser a concentração da Argentina durante o Mundial. A íntegra da entrevista vai ao ar no próximo sábado - dia 01 de março -, às 23h, no canal Premiere. 
Na opinião de Kalil, o grande número de competições que o Atlético-MG vai disputar este ano - cinco no total - só comprova a grande temporada que fez em 2013. Ele acredita que o clube vai repetir o êxito em 2014, pois manteve a maioria do elenco. Já sobre a Copa do Mundo, o dirigente não é tão confiante, mas isentou a presidente Dilma e a CBF pelos problemas na organização do Mundial. Ele também afirmou que ficará dividido numa eventual final entre Brasil e Argentina, já que o país vizinho ficará concentrado na Cidade do Galo.
- Eu nunca tive a ilusão da Copa do Mundo melhorar o futebol brasileiro. Disse um tempo atrás que estávamos valorizando demais a Copa do Mundo, que dura apenas um mês. Era para todo mundo estar empolgado com a Copa, mas o que temos é um terror. A presidente Dilma não tem culpa. A cúpula da CBF também não tem. Os verdadeiros responsáveis por transformar a Copa numa tragédia estão escondidos embaixo da mesa
Quando o assunto foi dívida de clubes, Kalil disse que os dirigentes querem apenas prazo para pagá-las. Ele afirmou que o Atlético-MG joga no Mineirão quando quiser, mas não é interessante, pois não quer sustentar empreiteiro. O presidente também comentou sobre o perfil ideal do seu sucessor.
_O próximo presidente tem que ser mais novo do que eu (54 anos), além de arrojado e experimentado. É preciso ter força física e ser inteligente para continuar um trabalho que foi muito difícil construir. 

Expectativa para a temporada


- As perspectivas são muito boas. O problema é que este ano o calendário está ainda mais cruel por conta da Copa do Mundo. Além do Mineiro, da Libertadores e do Brasileiro teremos também a Recopa Sul-Americana e a Copa do Brasil. Ao mesmo tempo é uma coisa boa, pois se vamos participar de tantas competições é porque tivemos um ano vitorioso em 2013. Mantivemos o grupo, o que é um ponto positivo, já que na prática ninguém desaprende ou fica tão velho de um ano para o outro. Queremos conquistar o bi do Brasileiro e da Libertadores. Temos obrigação de disputar os dois e contamos com um elenco gabaritado para isso.

Legado da Copa do Mundo  

 - Eu nunca tive a ilusão de a Copa do Mundo melhorar o futebol brasileiro. Disse um tempo atrás que estávamos valorizando demais a Copa do Mundo, que dura apenas um mês. O Brasil enriqueceu, o poder aquisitivo aumentou, mas é ilusão achar que vamos encher o Mineirão, por exemplo, em competições pouco interessantes com preços de ingressos a R$ 80. Era para todo mundo estar empolgado com a Copa, mas o que temos é um terror. O resultado é que ninguém hoje quer sair de casa por ter jogo de Copa do Mundo.

A 'tragédia' da Copa 

- A presidente Dilma não tem culpa. A cúpula da CBF também não tem. Os verdadeiros responsáveis por transformar a Copa numa tragédia estão escondidos embaixo da mesa. Os únicos que ganharam com a Copa foram o Atlético-PR, o Corinthians e o Internacional por conta dos estádios. Os outros 17 clubes da Série A vão chupar dedo. Quando o mês de julho chegar ao fim acabou a brincadeira. Aí eu quero ver quem vai encher a barriga dos banqueiros e empreiteiros. Adoro Cuiabá, morei em Lucas do Rio Verde, mas lá (Mato Grosso) não pode ter estádio construído ao preço de R$ 1 bilhão para receber ópera depois da Copa.

O que vai fazer durante a Copa


- Vou tentar sair do Brasil, mas está difícil arrumar passagem mesmo que seja para Assunção. Quero sair por medo do que possa acontecer. Fui convidado para assistir à estreia, mas para o campo (estádio) eu não vou.   
Presidente Alexandre Kalil participou do programa Camarote, no canal Premiere (Foto: Gabriel Branco)

Atlético-MG jogar no Mineirão 

- O Atlético-MG quer jogar no Mineirão. Claro que quero jogar num belo estádio como o Mineirão, mas não vou sustentar empreiteiro. Com uma taxa de ocupação de 60% do estádio, o clube deixa de faturar R$ 100 milhões por ano. O Atlético-MG joga lá quando quiser, mas não é interessante.

Seleção argentina na Cidade do Galo

- Acertamos preço e contrato com quem queria se hospedar no Atlético-MG. O clube acertou um contrato, vai cumprir este contrato, mas não vai investir nada. Só vai receber. A maior torcida de Minas vai estar torcendo e protegendo a Argentina. Tenho certeza que o torcedor do Atlético-MG vai torcer para a Argentina. Tenho que torcer para a Argentina não chegar à final contra o Brasil, pois vou ficar dividido.

Imagem de cartola  

- Não vejo problema em ser chamado de cartola. Agora se me chamar de bandido dou tapa na cara.

Dívida dos clubes

- Não pretendemos ter os benefícios da linha branca das montadoras e grandes indústrias. Queremos apenas prazo para pagar as dívidas. E assumir o compromisso que daqui para frente quem não pagar vai a para a Segunda Divisão. Caso contrário daqui a 20 anos, os futuros dirigentes vão discutir como vão pagar as contas de 2014 a 2035. Eu não vivo do futebol. É lindo falar a palavra pagar. Se eu pagar os impostos devidos e os outros não, eu (Atlético-MG) vou parar na Segunda Divisão. O resultado é que ninguém da Série A pagou nada. Uma maneira de resolver este problema das dívidas é pegar 5% do faturamento bruto do futebol. Quem fatura muito vai pagar muito e quem fatura pouco vai pagar pouco. Nós queremos prazo para pagar as dívidas. Se esta cartolagem que está no comando for abraçada, salva o futebol brasileiro.

Maneira de comandar o Atlético-MG


 - Comigo não tem democracia nem golpe. Fui procurado para mudar o estatuto do clube e continuar na presidência, mas sou contra. Quem fica mais de seis anos no comando tem que explicar por que está gostando tanto do poder. Ao mesmo tempo quem sofre as críticas sou eu. Se o Ronaldinho ou o treinador não derem certo, a culpa é minha. Para todos os problemas, a culpa será sempre minha. No entanto, tenho a plena consciência de que não ganhei nada sozinho. Tem um monte de diretores que trabalharam muito para o título da Libertadores. Ninguém pode me falar o que é ser atleticano, pois sou atleticano. Ser presidente do Atlético-MG é muita coisa, ainda mais para uma pessoa simples como eu. Sou atleticano e não quero passar. Atleticano tem que sentir saudade.

Estátua para Ronaldinho

- Tem que fazer estátua de todos os jogadores por causa da conquista da Libertadores. Para o time ser campeão não adianta eu querer. O presidente quer sempre ganhar, mas os jogadores também têm que querer. Na última partida, o América-MG foi para o intervalo vencendo por 2 a 0. De duas uma: ou aconteceu um milagre ou o Autuori (técnico) é um gênio.

Relação com R10  

- Eu tenho uma relação muito boa com o Ronaldinho, pois foi muito franca desde o primeiro dia. Temos confiança um no outro. Ele confia no presidente e eu confio no jogador. Ele se preparou para o Mundial de Clubes como se fosse um jogador da categoria de base em início de carreira.  Eu só falo o que posso cumprir. Minha relação é igual com todos os jogadores. Contrato não é feito para rasgar. Na época da sua contratação, 74% da torcida não queria a sua contratação, de acordo com uma pesquisa do Esporte Espetacular. No dia seguinte, ele foi contratado. É só descer na Cidade do Galo e colocar a camisa para cair na graça da torcida.

Derrota no Mundial de Clubes

- Não sou de dar palestra para jogador. Após a derrota no Mundial disse para o elenco que estava muito machucado e doído, mas muito orgulhoso por eles terem me levado para o Marrocos. Eu nunca imaginei que o Atlético-MG fosse me levar para o Marrocos como presidente. É só olhar o que era o clube em 2008 e onde ele foi parar em 2013. Tínhamos R$ 19 mil em caixa e R$ 2 milhões em cheques pré-datados naquela época. Tomara que este ano eu possa estar novamente no Marrocos com o Atlético-MG como presidente.


O que faltou para o Atlético-MG conquistar o Mundial

- Faltou futebol para ser campeão do mundo. Fomos muito ansiosos. O mundo parou com razão dentro do Atlético-MG por causa do Mundial, pois era uma experiência única. Quantos presidentes de clubes comandaram grandes times, mas não conseguiram disputar o Mundial? A sorte que sobrou na Libertadores, como naquele pênalti defendido pelo Victor no último minuto, faltou no Mundial.

Volta por cima do Jô  

- Vitória do próprio Jô, que já está no terceiro contrato com o clube. Quando ele chegou avisei que se aprontasse iria para a rua. Disse pra ele: 'você tem 1,90m de altura, é canhoto, tem boa saúde, vai querer jogar tudo isso no lixo?'. Desde então, ele vem num processo de recuperação. Está com a vida toda montadinha. Vai ser pai agora e é nome certo na Copa do Mundo.

Magia do Independência

- O Engenhão e o Maracanã são frios. Para esquentar o Maracanã tem que entupir o estádio. Já no Independência 20 mil torcedores esquentam. É o modelo arquitetônico do estádio aliado a uma torcida apaixonada e fanática como a do Atlético-MG. 

Kalil nas redes sociais

- O atleticano é chato. O bom era quando a gente não ganhava nada. A gente não ganhava nada e ainda discutia de frente com o cruzeirense. 

Mercado do futebol e venda do Bernard 

- Não sofro muito com venda de jogador. Eu trato o clube como se fosse meu. Não tem no futebol jogador que você não venda por 25 milhões de euros. No entanto, eu acredito que esta lógica de jogador sair para o exterior possa ser invertida. Hoje temos apenas três grandes mercados de jogador no mundo: Ucrânia, Rússia e China. Há um esvaziamento de ofertas da Europa. O futebol europeu quebrou, faliu. Eu tive uma oferta do Tottenham pelo Bernard no valor de 18 milhões de euros, mas eu queria segurá-lo por conta da Libertadores e recusei. Eu disse que não vendia, mas vendia. Logo em seguida veio a oferta de 25 milhões de euros do Shakhtar Donetsk. Muito se falou no Porto na época, mas não teve proposta realmente concreta. Hoje só tem transação meia-boca, que a gente mesmo já faz no mercado interno. Acho que vamos assistir a esta retomada de um jogador ficar dez anos num clube. Tive propostas pelo Jô e pelo Marcos Rocha, mas quanto custa colocar outro Jô no lugar do Jô?

Relação com empresários  

- Na minha gestão não vendi parte de jogador para ninguém. Eu vendi jogador por inteiro. O empresário faz parte do negócio de compra e venda.

Situação do Gilberto Silva  

- O Gilberto Silva fez uma cirurgia muito séria. Tenho, inclusive, uma reunião com ele esta semana. Ele tem uma idade avançada e teve um problema cirúrgico. O Atlético-MG é um clube organizado. Esta semana mesmo não contratamos um jogador, cujo futebol eu gosto, após o médico Rodrigo Lasmar vetar a contratação.

Próximo presidente 

- O sucessor tem que ser da minha panela. Eu tenho uma panela de diretores que me ajudaram bastante. Tenho uma diretoria muito atuante. Dessa estrutura vamos tirar o nome, mas não tem nada decidido. Ao mesmo tempo acho que vai aparecer muito marinheiro de primeira viagem para fazer oposição. O próximo presidente tem que ser mais novo do que eu (54 anos), além de arrojado e experimentado. É preciso ter força física e ser inteligente para continuar um trabalho que foi muito difícil construir. Não estou dando dica, pois toda a diretoria é mais jovem do que eu.

Liga no futebol brasileiro  

- Numa liga, o executivo é fundamental. Ganhamos uma eleição no Clube dos 13 com apoio do Cruzeiro, do Corinthians e dos quatro grandes do Rio - Flamengo, Vasco, Fluminense e Botafogo -, mas viraram a mesa. Podíamos trocar, reformular as pessoas, mas a base estava construída. Temos que caminhar para uma liga, mas temos contrato até 2018. A liga é boa comercialmente.

Do que vai sentir falta e o que não vai deixar saudade ao deixar a presidência

- Não vou sentir falta da imprensa (risos), pois é chata. Eu gosto do Atlético-MG. Se proibir este assunto em casa, ninguém vai ter o que falar. Eu gosto de falar do Atlético-MG porque eu sei falar do Atlético-MG. Hoje eu decido os rumos do clube e vou voltar a ser um torcedor de arquibancada. Vou sentir falta disso.

Kalil comenta expectativas para a temporada do Galo

Publicada em 25/02/2014, às 08:54

Presidente fala em calendário apertado, mas vê oportunidades de repetir glórias de 2013

Por Paty Monah
Na última segunda-feira, 24, o presidente do Atlético/MG, Alexandre Kalil, participou do programa ‘Camarote’, do canal Premiere, e comentou sobre suas expectativas quanto ao ano do Galo. Para o mandatário, há chances de a equipe repetir os bons momentos vividos em 2013, na atual temporada.
“As perspectivas são muito boas. O problema é que este ano o calendário está ainda mais cruel por conta da Copa do Mundo. Além do Mineiro, da Libertadores e do Brasileiro teremos também a Recopa Sul-Americana e a Copa do Brasil”. 

Ainda que o calendário não seja o ideal, Kalil acredita que a manutenção do grupo passado tenha sido um ponto positivo para que em 2014, o Atlético/MG tenha ambições maiores com relação ao que foi produzido na temporada passada. Além disso, o presidente define como obrigação a conquista de duas competições específicas.

“Ao mesmo tempo é uma coisa boa, pois se vamos participar de tantas competições é porque tivemos um ano vitorioso em 2013. Mantivemos o grupo, o que é um ponto positivo, já que na prática ninguém desaprende ou fica tão velho de um ano para o outro. Queremos conquistar o bi do Brasileiro e da Libertadores. Temos obrigação de disputar os dois e contamos com um elenco gabaritado para isso”.

20 de fevereiro de 2014

Após goleada dos reservas, Kalil brinca com Felipão: 'pode convocar'

Postado por:UOL.com.br  19 | 02 | 2014 - 23:15:51

A goleada do Atlético-MG sobre a URT, por 5 a 0, nesta quarta-feira, pela sexta rodada do Campeonato Mineiro, foi recebida com empolgação pelo presidente Alexandre Kalil. O dirigente se manifestou via twitter e, apesar de não fazer menção ao jogo, se mostrou satisfeito com o grupo montado pelo clube mineiro.

Em tom enigmático, como acontece em quase todas as suas postagens, Kalil demonstrou que está contente com o grupo e afirmou que, mesmo a equipe perdendo seis jogadores para a seleção brasileira, o time não perderá qualidade.

“Meu amigo Felipão, pode convocar: Victor, Marcos Rocha, @rever_5, @tardelli_9, @10ronaldinho e Jô. O #Galo, você não prejudica”, escreveu o presidente atleticano no twitter.

A empolgação do dirigente tem a ver com a atuação do time reserva do Atlético, nesta quarta-feira, que goleou a URT por 5 a 0, em Patos de Minas. De titulares, apenas Otamendi e Dátolo foram mantidos por Paulo Autuori.

A postagem do dirigente parece ter sido bem recebida pelos torcedores atleticanos na rede social. Logo após a publicação de Alexandre Kalil, 127 pessoas curtiram a tuitada do dirigente.

19 de fevereiro de 2014

Acordo fechado

O Atlético fez uma composição com a Advocacia Geral da União e com a Fazenda Nacional para parcelar sua dívida fiscal em 60 meses e liberar o dinheiro da venda de Bernard, além de evitar o leilão da sede de Lourdes. Há tempos o presidente Alexandre Kalil vem pedindo um diálogo para pagar a dívida de forma coerente, de acordo com a receita do clube. Nos próximos 30 dias, tudo deverá estar definido.

17 de fevereiro de 2014

Fazenda Nacional estaria exigindo penhora da sede do Atlético

Informações de bastidores dão conta de exigência de órgão federal, mas clube não quer se pronunciar

Kalil tenta solucionar nesta segunda-feira novela envolvendo o dinheiro de Bernard
PUBLICADO EM 16/02/14 - 18h47
THIAGO PRATA
@SUPER_FC
A novela Bernard ganhará um novo capítulo nesta semana. Informações de bastidores dão conta de que a Fazenda Nacional estaria disposta a liberar toda o valor da transação – ou boa parte – envolvendo o meia-atacante ao Atlético. Por outro lado, a Fazenda estaria exigindo a penhora da Sede de Loudes. A atitude do órgão federal não teria nenhuma relação com a transferência de Bernard, no entanto, a diretoria não quis se pronunciar sobre o assunto. 
Quanto ao dinheiro retido, o presidente Alexandre Kalil vai a Brasília tentar resolver de vez o imbróglio nesta segunda-feira quando participa de uma audiência pública. 
A novela envolvendo a venda de Bernard teve início em meados do ano passado. O jogador foi vendido ao Shakhtar Donetsk por R$ 74 milhões. Segundo Kalil, o Galo tem direito a R$ 54 milhões. Mas o montante destinado ao alvinegro acabou sendo retido pela Fazenda.
O mandatário atleticano fez até um apelo à presidente Dilma Rousseff e à bancada do Partido dos Trabalhadores (PT) para conseguir a liberação do dinheiro.



31 de janeiro de 2014

Com 'estádio de mentira', Kalil provoca ex-presidente do Cruzeiro

Dirigente alvinegro declarou que Zezé Perrella utilizava a promessa de construção de uma arena para acalmar a torcida após derrotas importantes


Presidente atleticano também espera encerrar mandato dele com conquistas nesta temporada
PUBLICADO EM 31/01/14 - 08h38
O presidente do Galo, Alexandre Kalil, deu uma alfinetada no ex-mandatário do Cruzeiro, Zezé Perrella, quando foi abordado sobre o estádio que queria construir para o Atlético. Mesmo sem citar nomes, ele deixou claro que falava a respeito de Perrella, que prometeu um estádio para a Raposa, o que não ocorreu.

“É bom falar sobre isso quando a gente perder um jogo importante. Me lembro de um presidente que fazia isso. Quando a torcida ficar brava por conta de um jogo importante que a gente perder, eu anuncio um estádio de mentira”, disse Kalil, usando um tom sarcástico, em entrevista à Rádio Itatiaia.
O mandatário alvinegro acredita que seu sucessor no cargo possa ter condições de obter êxito na construção de um estádio para o Galo.
Antes disso, ele espera conquistar mais títulos pelo alvinegro. “Quero deixar um grande ano para o Atlético. Quero que Deus abençoe nossa diretoria para deixar um legado legal a essa torcida que sofreu tanto e hoje está tão feliz. E quero ir embora do Atlético deixando a torcida com o coração em paz. E que o próximo presidente tenha paz para trabalhar”, afirmou.

23 de janeiro de 2014

Júnior César diz que aceitaria receber menos no Atlético

23/01/2014 às 19:20:07 - Atualizado em 23/01/2014 às 19:20:07

O lateral-esquerdo Júnior César criticou nesta quinta-feira o presidente do Atlético Mineiro, Alexandre Kalil, que não quis renovar o contrato do jogador, que se encerrou no fim do ano passado. De acordo com o ala, estava tudo acertando entre as duas partes até que o dirigente desistiu do negócio. "Isso tudo me pegou até de surpresa. Quando viajei para o Mundial, já estava uma situação já encaminhada, entre meu procurador, o Alexandre Kalil e o Eduardo Maluf. Os membros da comissão técnica até comemoraram a minha permanência", contou Júnior César, em entrevista ao SBT. "De uma hora para outra mudou tudo. Não pedi um centavo de aumento. Se fosse uma proposta para ganhar menos eu continuaria, porque foi um clube que me abraçou." O lateral, que perdeu a condição de titular no segundo semestre, disse estar indo embora triste de Belo Horizonte. "É uma situação muito lamentável. Não era minha vontade. Minha vontade era ficar no clube, até pelo respeito, pela dedicação que sempre demonstrei, pelo carinho de todo torcedor comigo", disse ele. Júnior César revelou ainda que recusou propostas de Palmeiras e Flamengo porque tinha tudo certo para ficar no Atlético. "E o que mais me deixa triste foi isso. Como já tínhamos dado a palavra ao presidente, nós descartamos. Afinal, ele (Kalil) sempre honra com o que ele fala. Só fico triste hoje por ter dispensado oportunidades", lamentou.

17 de janeiro de 2014

Kalil diz que cobrança por grandes reforços faz parte do DNA atleticano


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A diretoria do Atlético-MG adota discurso de tranquilidade em relação à chegada de reforços para a temporada. Com um nome anunciado até agora, o presidente Alexandre Kalil nega que tenha possibilidade de contratar “novo Ronaldinho Gaúcho” e vê pressão da torcida como DNA atleticano.

“Nosso DNA não vai mudar, se não trouxer ninguém vai cair, está na hora do presidente sair, é nosso DNA. Mas esta torcida, isso, fez o Atlético ser o maior time do Brasil. Eu falo que a torcida é chata, pois sou chato, meus filhos são chatos, mas foi a torcida que fez acontecer tudo isso”, disse Alexandre Kalil.

O presidente considera o Atlético o maior time do Brasil. “Eu tenho de dizer e agradecer a nossa torcida, que sempre disse que é apaixonada e apaixonante, muito obrigado, pois ela fez tudo isso acontecer”, comentou.

A diretoria atleticana anunciou a contratação do volante Claudinei, que defendeu o América-MG na Série B ano passado, e busca novos nomes para serem confirmados antes de segunda-feira, quando o elenco principal se apresentará oficialmente ao técnico Paulo Autuori. Pedro Botelho, lateral esquerdo, ex-Atlético-PR, e Rildo, atacante da Ponte Preta, são opções.

Kalil diz não ser possível anunciar grande nome. “Bons e grandes jogadores vão chegar dia 20. Se a torcida quiser receber grandes jogadores é só a torcida vir para a porta. Não temos condições de trazer mais um Ronaldinho, mas temos condição de trazer bons jogadores e estamos observando”, destacou.


“Estamos pensando, mas a manutenção do grupo do Atlético, a gente via muito treinador falando, que o time jogava junto há dois anos e eu morria de inveja. Hoje, podemos falar que nosso time joga junto há dois anos”, observou Alexandre Kalil.