Tradutor

7 de fevereiro de 2014

Alexandre Kalil tuita e alfineta diretor que tentou Otamendi

07 de Fevereiro de 2014•19h11 • atualizado às 20h35

Poucos minutos depois de Nicolás Otamendi entrar no BID (e também na Libertadores) como jogador do Atlético-MG, o presidente Alexandre Kalil fou ao twitter para provocar, sugerindo que houve um diretor de futebol com pouca idade que tentou trazer o zagueiro Nicolas Otamendi.

Quem ganha é jogador, cartola não! KKKKKKK
- Tem diretor que tá novinho demais para atravessar negócio do Atlético. Quem ganha é jogador, cartola não! KKKKKKK - escreveu o mandatário, colocando, nas entrelinhas, que o tal diretor ofereceu uma comissão farta para que Otamendi aceitasse o empréstimo de seu clube.

Nicolas Otamendi, que foi vendido do Porto para o Valencia por 12 milhões de euros na última quarta-feira, não pode defender o clube espanhol na atual temporada europeia. A solução foi o empréstimo junto ao Galo. A diretoria do Atlético viu o negócio como um presente divino, já que perdeu Emerson e 'ganhou' um atleta de Seleção Argentina, pronto para brigar por vaga de titular com Réver e Leonardo Silva.

Com vinda de Otamendi, Atlético-MG vai em busca de lateral-esquerdo

Lancepress!
07 de Fevereiro de 2014•07h11

Se a vinda de Nicolás Otamendi para o Atlético-MG se concretizar nesta sexta-feira, a diretoria do Atlético resolve o principal problema do time para a fase de grupos da Libertadores: a zaga. Agora, Alexandre Kalil, o presidente, e Eduardo Maluf, o diretor de futebol, estão de olho na vinda de um lateral-esquerdo para fechar o grupo.

Castillo,Casco,Kléber,Cortês,Carlinhos e Fábio Santos
Entre os nomes cogitados no mercado internacional, já que o clube brasileiro pode ter mais de três jogadores estrangeiros convocados para uma partida,
Castillo, do Tijuana, e Milton Casco, do Newell's Old Boys, que eram indicações dos tempos de Cuca na Cidade do Galo, foram consultados e, aparentemente, descartados por conta do alto valor.


Sem Junior Cesar, dispensado, e Richarlyson, que só cumprirá seu contrato até abril, quando se curar da ruptura dos ligamentos do joelho esquerdo, Paulo Autuori vem escalando Dátolo de forma improvisada na posição. É a peça que falta para o Galo ir forte na fase de grupos da Libertadores. No mercado interno, nomes como Kléber, do Inter, e Bruno Cortês, do São Paulo, surgem como opções urgentes. Carlinhos, favorito da diretoria do Galo em dezembro, pode ter o interesse aumentado também. Mas as poucas horas desta sexta-feira que separam o fim do prazo para a inscrição de atletas junto à Conmebol, na segunda fase da Libertadores, torna as negociações difíceis. Há ainda o corintiano Fábio Santos, que perdeu lugar com a chegada de Uendel no time de Mano Menezes.

A vinda de Otamendi, por exemplo, pode ser considerada um 'presente dos céus'. Vendido pelo Porto para o Valencia por 12 milhões de euros, o jogador chegará por empréstimo até julho pois não pode jogar no time de Mestalla, que já conta com Vinicius Araujo, ex-Cruzeiro, Jonas e Eduardo Vargas nas três vagas de jogadores extra-comunitários. Otamendi, de 25 anos, foi destaque do Vélez, time que o revelou, e sempre aparecia como alvo de gigantes europeus nas janelas de transferências do Velho Continente.

Há ainda a necessidade de um volante com boa saída de bola, já que Leandro Donizete, Josué e Pierre, os principais nomes do setor, são 'camisas 5'. No entanto, se o Atlético acertar nas próximas horas com um lateral canhoto, o problema do meio pode ser sanado com a utilização de Lucas Cândido como o segundo homem do meio de campo. Lucas foi improvisado na lateral por Cuca na reta final de 2014

Lancepress!

Misto da preocupação

Formação com reservas segue para Juiz de Fora com o desafio de reabilitação no Mineiro. Lucas Cândido se recupera e é uma das novidades na equipe dirigida por auxiliar técnico

Roger Dias - Estado de Minas
Publicação:07/02/2014 08:35

Duas frentes de trabalho para desafios distintos
O Atlético se divide em duas frentes de trabalho para desafios distintos: buscar a recuperação no Campeonato Mineiro e estrear com o pé direito na Copa Libertadores. Com compromissos fora de casa pelas duas competições nos próximos dias e a necessidade de evitar o desgaste para seus principais jogadores, uma formação reserva terá a missão de buscar a reabilitação no Estadual amanhã, às 17h, enfrentando o Tupi, em Juiz de Fora. O Galo vem de derrota em casa para o Tombense por 2 a 0. Já o time principal estará em ação na estreia da competição continental contra o Zamora, terça-feira, às 22h15, em Barinas, brigando pelo bicampeonato.

O misto que atuará na Zona da Mata terá de amenizar a pressão da torcida  por causa da exibição ruim diante do Tombense. Deverão ter chance atletas pouco aproveitados até então no Mineiro, além de juniores promovidos recentemente. A intenção é que eles acumulem experiência e sejam úteis ao técnico Paulo Autuori no restante da temporada.

O auxiliar Renê Weber comandará a equipe diante do Tupi, com a ajuda do técnico dos juniores, Rogério Micale, que ontem observou a atividade vespertina na Cidade do Galo. “Tivemos um breve encontro para discutir metodologias de trabalho e outras questões. Ainda vamos definir quais pratas da casa farão parte da equipe”, afirma Micale.

Nomes certos são o goleiro Wilson, que desde o ano passado treina entre os profissionais, o lateral-direito Alex, que entrou nos minutos finais da vitória sobre o Nacional por 2 a 1, no Horto, e o zagueiro Donato, relacionado no tropeço de quarta-feira. Outros que vivem a expectativa de ter uma oportunidade são o lateral-esquerdo Igor, o volante Eduardo e o atacante Carlos, destaque da Copa São Paulo, em janeiro, com oito gols marcados.

Recuperado de problema no púbis, o lateral-esquerdo Lucas Cândido jogará em Juiz de Fora para ganhar ritmo. Além dele, outros seguirão da cidade da Zona da Mata a Barinas para se juntar ao grupo que estreia na Libertadores, como o lateral-direito Michel, o armador Renan Oliveira e os atacantes André e Leonardo.

Além dos pratas da casa, Autuori quer observar de longe o desempenho de atletas que ainda não tiveram chance em 2014. Maior contratação da história do Atlético, custando 8 milhões de euros aos cofres do clube (R$ 27 milhões), André retornou de empréstimo do Vasco disposto a buscar espaço em Minas. No entanto, não foi testado. “Estou com saudades de fazer gols. Quero ajudar o Atlético, mas preciso ter paciência. O Autuori sabe do meu potencial. É uma questão dele. Creio que saberá me colocar na hora certa”, afirmou o atacante.

O treinador alvinegro entende que as críticas no início de temporada são normais, mas acredita que o planejamento está sendo feito de forma correta: “Não posso ficar insatisfeito com as condições da equipe pelo que fizemos diante do Tombense. Da mesma maneira como afirmei em minha chegada, temos um grupo de qualidade. Temos carências no mercado e não temos tanto tempo para contratações. Mas creio que vamos entrar com uma equipe segura, tanto na Libertadores, como no Mineiro”.

CONTRATADO Aprovado nos exames médicos, o zagueiro Edcarlos começou os treinos com o grupo ontem à tarde e será apresentado oficialmente hoje. Ele assinou contrato com o Galo até o fim do ano e deverá embarcar para a Venezuela junto com o primeiro grupo e já ser opção no banco de reservas diante do Zamora.



REFORÇO ARGENTINO

Seleção Argentina na Copa’2010

O Atlético já tem um novo zagueiro para a Copa Libertadores. A diretoria fez um acerto com o Valencia-ESP e tem um acordo verbal para contar com o argentino Nicolás Otamendi, de 25 anos. Ele virá por empréstimo até o meio do ano. Apesar de o clube ainda não confirmar a negociação, o portal Superesportes apurou que o jogador é aguardado em Belo Horizonte hoje pelo Galo. O atleta, que atuou pela Seleção Argentina na Copa’2010, vai realizar exames médicos e, se for aprovado, assinará contrato. Ex-Porto, Otamendi foi anunciado pelo Valencia ontem por 12 milhões de euros. Contudo, o clube não pode registrá-lo por causa do limite de jogadores estrangeiros do grupo e só vai incorporá-lo em julho.

Acabou a lua de mel


Talvez seja cedo demais para colocar tamanha pressão nos ombros de Autuori. O problema é que o retrospecto é aliado e algoz do treinador neste momento


Kelen Cristina - Superesportes
Publicação:07/02/2014 08:16  Atualização:07/02/2014 10:25

“Burro, burro!” entoaram os torcedores
A calmaria que o Atlético vivia desde 2012, pelo jeito, já é passado. Os primeiros indícios foram vistos no Mundial de Clubes, com a derrota para o inexpressivo Raja Casablanca. Na noite de quarta-feira, em outro revés inesperado – o 2 a 0 para o Tombense –, veio a confirmação de que a lua de mel havia acabado, quando voltou a ecoar pelo Independência um grito que andava sumido. “Burro, burro!” entoaram os torcedores, insatisfeitos com o início de trabalho de Paulo Autuori (foto) no Galo.

A ira da torcida foi insuflada pelas ações do treinador (a primeira vaia ele ouviu ao trocar Fernandinho por Leonardo), mas refletiu, na verdade, o conjunto da obra. Os atleticanos não viram com bons olhos a escolha de Paulo Autuori, torceram o nariz para a demora na chegada dele à Cidade do Galo (só se apresentou uma semana depois do começo da pré-temporada) e não aceitou bem as subsequentes mudanças no grupo, como a saída de Júnior César e a chegada de jogadores como Pedro Botelho e Edcarlos. O ano mal começou e o que era esperança transformou-se em desconfiança.

São apenas três semanas de trabalho. Talvez seja cedo demais para colocar tamanha pressão nos ombros de Autuori. O problema é que o retrospecto é aliado e algoz do treinador neste momento. Se o currículo está recheado de títulos (um do Campeonato Brasileiro, dois da Copa Libertadores e um Mundial), o passado recente não lhe é bom avalista. No São Paulo, durou menos de dois meses em 2013. Em 17 jogos, foram 10 derrotas, quatro empates e apenas três vitórias, 25% de aproveitamento.

Antes, havia ficado pouco mais de três meses no Vasco, onde também não obteve bons resultados – causa e consequência de um clube perdido politicamente e afundado em grave crise financeira. No Grêmio (que dirigiu em 2009, antes de seguir para o Catar, onde ficou três temporadas) igualmente deixou más lembranças, como a passagem sem uma vitória sequer pela Copa Libertadores. Em 2007, demitiu-se do Cruzeiro depois (literalmente) da goleada por 4 a 0 para o Atlético, no primeiro jogo da final do Mineiro. Entregou o cargo no vestiário. “Sou homem, tenho vergonha na cara e tenho dignidade”, disse na época.

Só retrocedendo mais encontra-se um trabalho que tenha rendido frutos: em 2005, quando Autuori herdou de Cuca (!) a base da equipe são-paulina que venceu a Libertadores e o Mundial. Se voltarmos um pouco no tempo, veremos que Cuca também não teve vida fácil em seu início no Galo. Contra ele pesava a recente saída do arquirrival, Cruzeiro. Mas, se não tinha tantos troféus expressivos na carreira como Autuori, Cuca, por sua vez, era abalizado pelos trabalhos sólidos. Faltava a cereja do bolo, que ele conseguiu em sua terceira temporada no alvinegro.

A resistência sofrida hoje por Autuori assemelha-se, ainda, ao que viveu Marcelo Oliveira em seus primeiros dias de Cruzeiro, no início da temporada passada. Marcelo sabia que precisava mostrar serviço rapidamente para ganhar crédito com o torcedor. Em pouco tempo, ele deu uma cara ao time, trabalho alicerçado pelas indicações acertadas de jogadores. Soube formar um grupo forte, baseado no seu estilo de jogo, e acabou o ano campeão brasileiro.

A permanência de Autuori no Galo também está diretamente ligada a bons resultados em tempo recorde. E a semana que vem terá um grande peso nessa conta. Triunfos na estreia na Libertadores, contra o Zamora, na Venezuela, na terça-feira, e no clássico contra o Cruzeiro, domingo, no Horto, vão assegurar a ele tranquilidade para trabalhar. Derrotas, por outro lado, aumentarão – e muito – a cobrança. Por mais injusto e precoce que possa parecer, é assim que a banda toca no futebol.


5 de fevereiro de 2014

Defesa de Perrela em Minas é feita por filho de presidente do TJ

Saiu no jornal O Globo, domingo:

* Escritório de advogado recebeu ainda R$ 234 mil de verba de gabinete
Ezequiel Fagundes
O senador Zezé Perrella (PDT-MG): defesa em Minas é feita por filho de presidente do TJ Divulgação/Agência Senado/9-8-2013 / Agência O Globo

BELO HORIZONTE – Processados no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) por enriquecimento ilícito, o senador Zezé Perrella (PDT-MG) e seu filho, deputado estadual Gustavo Perrella (SDD-MG), contrataram o escritório do advogado Sérgio Santos Rodrigues, filho do presidente do tribunal, desembargador Joaquim Herculano Rodrigues, para defendê-los no caso. Sérgio Rodrigues também presta serviços para o gabinete do senador, em Brasília.

No caso do Tribunal de Justiça mineiro, a defesa pretende contestar efeitos de uma ação de improbidade movida pelo Ministério Público (MP) na qual pai e filho tiveram, na semana passada, bens bloqueados e as quebras de sigilo bancário e fiscal decretadas, em decisão liminar da juíza Rosimere das Graças do Couto, da 3ª Vara da Fazenda Pública e Autarquias de Belo Horizonte. Conforme O GLOBO revelou em novembro do ano passado, o MP sustenta que uma fazenda do senador recebeu verbas públicas do governo estadual para o fornecimento de insumos agrícolas. O bloqueio de bens alcança bens móveis e imóveis que perfazem o valor total de R$ 14,5 milhões.

R$ 234 mil para escritório

De julho de 2011 a dezembro de 2013, Zezé destinou um total R$ 234 mil da verba indenizatória do Senado para o escritório de advocacia, conforme levantamento feito no site da Casa na internet. Ao GLOBO, o advogado afirmou que o recurso da verba é usado exclusivamente para cobrir despesas relativas a serviços voltados ao mandato parlamentar.

Ele nega com veemência ter recebido do Senado Federal para atuar em processos particulares da família Perrela. Em 2011, o senador destinou R$ 54 mil para o escritório de advocacia. No ano seguinte, R$ 108 mil. Em 2013, R$ 72 mil. O valor das parcelas é de exatos R$ 9 mil. Zezé paga, apresenta notas fiscais, e depois recebe o reembolso da Casa.

“No Senado é outro trabalho. Faço assessoria do gabinete, sem relação com os processos particulares da família. Presto consultoria para elaboração de projeto de lei, parecer sobre a constitucionalidade de projetos, acompanhamento do senador em audiências públicas e assuntos do seu interesse. Todas as outras contratações são feitas a parte e são pagas pela pessoa física do Gustavo e do Zezé”, argumentou.

Presidente diz que jamais atuou em ações do filho

Por meio de assessoria de imprensa, o presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, Joaquim Herculano Rodrigues, declarou que nunca atuou e jamais irá atuar nos processos em que parentes participem como advogados.

O magistrado confirma que possui filhos que trabalham em grandes escritórios, mas que eles não advogavam em causas na área de atuação do presidente.

“Dessa forma, eles não aceitaram processos eleitorais ou criminais, quando desembargador Herculano era presidente do Tribunal Regional Eleitoral ou quando ele atuava na área criminal do Tribunal de Minas”, informou.

* Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/defesa-de-perrela-em-minas-feita-por-filho-de-presidente-do-tj-11477002#ixzz2sRbPVsE

Dirigente afirma que busca por reforços é prioridade no Atlético-MG

Do correspondente Wanderson Lima
Belo Horizonte (MG)

A diretoria do Atlético-MG já tinha confirmado que o clube ainda vai contratar para a temporada, mas as lesões que vêm acontecendo no elenco vão apressar a busca por reforços. O zagueiro Emerson, o atacante Luan e o volante Fillipe Soutto estão entregues ao departamento médico, o que obriga o diretor de futebol
Eduardo Maluf a uma corrida ao mercado.
“Nesse início de temporada a gente terá um aumento no nosso serviço por causa das lesões. Contratação virou caso de urgência, claro. Hoje já é uma necessidade grande para a nossa estreia na Libertadores. Queremos zagueiro, antes da contusão do Emerson já procurávamos um, e estamos buscando um lateral”, disse Maluf.
Apesar da necessidade de contratar atletas principalmente para a defesa, o dirigente atleticano afirma que pretende trazer jogadores de qualidade e não simplesmente inchar o grupo do Galo. Por isso, Maluf deixa claro que os reforços estão sendo observados cuidadosamente.
“Não podemos perder aquilo que o Galo conseguiu, que é a qualidade do grupo de jogadores. Para entrar nesse grupo tem que ter qualidade e, na pressa, podem ser feitas besteiras. Vamos com calma. O clube tem sempre cenários futuros pela excelente organização adquirida e vamos tentar trazer alguém que possa chegar bem”, declarou.

Zagueiro Edcarlos faz exames em BH

Edcarlos Conceição Santos (Salvador, 10 de Maio de 1985) zagueiro. Atualmente defende o Seongnam Ilhwa Chunma.
Edcarlos pode ser contratado pelo Galo

Carreira

Zagueiro dono da camisa 4 são-paulina por um bom tempo, Edcarlos foi revelado pelas categorias de base do São Paulo Futebol Clube e foi profissionalizado pelo então técnico Émerson Leão para integrar a equipe que sagrou-se campeã paulista de 2005. Perdeu espaço na equipe titular para Alex Bruno quando foi defender a Seleção Brasileira Sub-20. Quando Alex se lesionou, Edcarlos voltou a disputar quase todas as partidas. Chegou a fazer a fazer testes para jogar no Grêmio em Porto Alegre, onde foi reprovado, passando dois meses em Camaquã, cidade do interior gaúcho jogando pelo Guarany local.

Era um atleta que dividia a torcida em relação a suas atuações. Teve em 2005 seu melhor ano, ao ser titular do Mundial de 2005 e um dos destaques da final contra o Liverpool FC, que resultou em título para o São Paulo. No ano seguinte, teve bom desempenho na Copa Libertadores, marcando gols contra Estudiantes e SC Internacional.

Em agosto de 2007, assinou por quatro temporadas com o Benfica, de Portugal. Entretanto, um ano depois o zagueiro foi emprestado ao Fluminense 1 pelo período de um ano e meio, até o fim de 2009. Começou bem, marcando inclusive um gol no clássico contra o Botafogo aos 46 minutos do segundo tempo e obteve a vaga de titular com a saída do zagueiro Thiago Silva para o Milan para a temporada de 2009. No entanto, teve atuações desastrosas no Brasileiro de 2009 e terminou afastado do elenco que estava virtualmente rebaixado em 2009. No fim, o Fluminense acabou se livrando do rebaixamento mas seu contrato não foi renovado.

Em dezembro de 2009 terminou seu contrato de empréstimo com o Fluminense e ele retornou para o Benfica. Em 2010 assinou pelo Club Deportivo Social y Cultural Cruz Azul por 1,3 milhão de euros .

Dia 19 de julho foi emprestado para o Palermo até o fim de 2010. Em 2011 jogou pelo Fiorentina.


Em 9 de agosto de 2011 foi emprestado ao Grêmio até o fim daquele ano. O Gerente de Futebol do Grêmio, Paulo Pelaipe, informou que, como o contrato de empréstimo do jogador estava se encerrando em 31 de dezembro de 2011, este não seria renovado.

Títulos

São Paulo
Campeonato Paulista: 2005
Copa Libertadores da América: 2005
Campeonato Mundial de Clubes da FIFA: 2005

Campeonato Brasileiro: 2006, 2007