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25 de abril de 2014

Levir Culpi comanda 1º treino


O novo técnico do Atlético, Levir Culpi, comandou seu primeiro treino na tarde desta sexta-feira, no campo da Ulbra, em Canoas, no Rio Grande do Sul.

A atividade marcou o início da preparação para o jogo contra o Grêmio, pela 2ª rodada do Campeonato Brasileiro.

A partida contra a equipe gaúcha acontecerá às 18h30 deste domingo, na Arena do Grêmio, em Porto Alegre.



Antes da atividade, o treinador foi apresentado aos jogadores, no hotel, pelo presidente do Atlético, Alexandre Kalil.
Na primeira parte do treino, foi realizado um trabalho técnico em campo reduzido para todo o grupo. Em seguida, os atletas que atuaram em Medelín fizeram alongamentos e os demais realizaram mais 15 minutos de treino com bola.


Depois do treinamento, Levir Culpi concedeu entrevista coletiva, na qual falou da satisfação em retornar ao Galo. 

“É muito bom, estou muito feliz, embora estejamos em Porto Alegre, mas, em breve, estarei em Belo Horizonte. É um prazer grande porque pude rever grandes amigos e porque tenho a certeza de estar trabalhando em um clube que tem a ambição de ser campeão”, disse o novo comandante alvinegro, que se revelou surpreso com a quase que unânime aprovação de seu nome por parte da torcida.


“Quando me falaram isso, fiquei surpreso porque fiquei sete anos no Japão e voltei em dezembro. Sempre me lembro dessa afinidade que existia com o torcedor, mas ela esta vinculada a resultado. Tentei colocar isso para os jogadores, essa necessidade de buscar objetivos porque a torcida vai estar conosco”, disse.
Levir Culpi concluiu observando que este início de trabalho requer uma análise detalhada da situação.

“Estou muito ancorado, agora, pelo Carlinhos Neves, que tem um controle da parte física dos jogadores. Temos que analisar com cuidado e o fundamental, nesse momento, é não fazer muitas mudanças porque o time tem padrão, é forte. Acho que é mais uma questão de recuperar objetivo e, em breve, vamos chegar a grandes jogos”.


FONTE: CLUBE ATLÉTICO MINEIRO
FOTOS: BRUNO CANTINI

BOA SORTE LEVIR! TRAGA DE VOLTA A NOSSA ALEGRIA E AS NOSSAS CONQUISTAS

24 de abril de 2014

Levir Culpi é o novo técnico do Atlético

Em reunião realizada nesta quinta-feira, em Curitiba-PR, o presidente do Atlético, Alexandre Kalil, acertou a contratação do técnico Levir Culpi até o final de 2014.

O novo treinador se juntará ao grupo atleticano em Porto Alegre, na tarde desta sexta-feira, quando será apresentado aos jogadores pelo presidente Alexandre Kalil.

Depois do treinamento, que será realizado no campo da Ulbra, em Canoas, Levir Culpi concederá entrevista coletiva.

Comentário:

AUTUORI VOLTA PRO MAR OFERENDA

7 de abril de 2014

Queria jogar “descontraído” em um “país exótico”

Anelka queria jogar “descontraído” em um “país exótico”



Nicolas Anelka, a nova surpresa com que Alexandre Kalil brindou a torcida do clube que preside, estava sem mercado na Europa. Aos 35 anos e marcado pelo incidente do gesto antissemita em um jogo do West Bromwich, Anelka já não sonhava em disputar a Copa do Mundo no Brasil. Jogar por um clube brasileiro, porém, o interessava.

Em entrevista ao jornal gratuito Metro, edição parisiense, na sexta-feira passada, Anelka revelou o desejo de reencontrar a “descontração” do início da carreira. Uma boa notícia para a torcida do Atlético Mineiro: ele disse que vem mantendo a forma, mesmo depois de ter sido dispensado (ou pedido dispensa, na versão dele) do West Bromwich, seu clube mais recente.

Longe da Europa, Anelka talvez tenha a esperança de se livrar de explicações sobre o incidente que o tirou do futebol inglês. Ele fez um gesto conhecido na França como “quenelle” – um dos braços esticados para baixo e a outra mão sobre o ombro. Esse gesto de baixo calão era usado em um esquete do comediante francês Dieudonné, amigo de Anelka. Dieudonné, antes esquerdista, “converteu-se” à extrema direita e o gesto (até por parecer uma saudação nazista “ao contrário”) passou a ser associado ao preconceito contra os judeus.

Anelka jura que não é racista nem antissemita. Que queria apenas homenagear o amigo Dieudonné. Mas o estrago estava feito. Além disso, o atacante é recém-convertido ao islã, o que alimentou a suspeita de antissemitismo.

A seguir, alguns trechos da entrevista de Anelka ao Metro.


SOBRE A CARREIRA

Eu sou acima de tudo um homem livre, que finalmente pode curtir os filhos. Eu não estou em busca de um clube, mas recebo propostas. Ainda não decidi. Salvo milagre, nenhum novo desafio antes da próxima temporada. Seja na Europa ou em países exóticos, tenho vontade de amar o futebol descontraído como no começo da minha carreira. Enquanto espero, estou mantendo a forma para estar pronto quando chegar a hora, porque há grande chance de me verem ainda em campo.

SOBRE A “QUENELLE”

Quem decide que a “quenelle” é antissemita e racista, além do inventor do gesto? Não cabe à Licra (uma entidade antirracista) decidir, mas àquele que inventou! Quando perguntam ao Dieudonné, ele diz claramente que não. Só porque algumas pessoas reproduziram o gesto na frente de uma sinagoga, ele vira automaticamente antissemita em qualquer situação? Desculpe, mas eu não engulo. Se continuar assim, daqui a pouco quem resolveu que a “quenelle” é racista vai nos proibir de comer abacaxi! Reconheço que é um gesto vulgar. Não havia nenhum pensamento religioso da minha parte. Eu não sou racista nem antissemita, a “quenelle” era só uma homenagem!

SOBRE RACISMO

É fácil dizer que eu sou antissemita e racista. Resta provar. Não tenho nenhum antecedente racista nem antissemita. Portanto, nenhuma prova, nem mesmo uma suspeita de prova! Ah, claro, logo eu li que tinha me convertido ao Islã. Para ligarem uma coisa com outra, é super-rápido. Mas eu tenho uma pergunta: por que eu pensaria na comunidade judia ao marcar um gol? Nunca tive problema com ela e, além disso, por que teria?

SOBRE A PUNIÇÃO (MULTA DE 80 000 LIBRAS E SUSPENSÃO DE 5 JOGOS)

Meu gesto foi considerado anti-semita, mas eu não: não compreendo! Que contradição magnífica. Aceitei minha pena e não recorri porque, diante das reações ao veredicto, eles estavam esperando eu recorrer para me suspender por dez jogos! Por isso preferi sair do clube.

RELAÇÃO COM DIEUDONNÉ

É um amigo, e hoje em dia se tornou um irmão. Continua a ser o melhor humorista da França. Muita gente pensa como eu, mas não ousa dizer, por medo de perder o emprego.

SOBRE OS ATLETAS FRANCESES TONY PARKER E SAKHO, QUE FIZERAM O GESTO E DEPOIS PEDIRAM DESCULPAS


Cada um escolhe seu lado. Eles são livres para fazer o que quiserem e não me cabe julgar. Eu sou franco, as pessoas sabem. Quando luto por alguém, vou até o fim.

COMENTÁRIOS:

Mário Vilela: 
7 abril, 2014 as 14:39

Publicação tendenciosa, deixando a margem de que o jogador veio para o Atlético por expulsarem ele da Europa ou simplesmente por estar mais velho, ele não falou do Brasil como um País exótico. Jornalismo do Eixo Rio/SP é sempre assim, se fosse o Flamengo contratando ele seria a melhor contratação de um excelente jogador em Grande Fase… Por isso odeio a globo e seu jornalismo alienado ao que convém causar intrigas.


1 de abril de 2014

Cidade do Galo receberá visita do ministro do Esporte



A Cidade do Galo receberá, às 11h desta quarta-feira, a visita do ministro do Esporte, Aldo Rebelo, que estará em Belo Horizonte para reunião de trabalho sobre os planos operacionais para a Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014.

O ministro concederá entrevista coletiva depois de conhecer as instalações do centro de treinamento do Atlético, que abrigará a Seleção Argentina durante a Copa do Mundo deste ano. Em seguida, participará de almoço com o presidente do Atlético, Alexandre Kalil, no deck do hotel de concentração da equipe profissional.



Em 2010, a Cidade do Galo foi eleita o melhor CT do Brasil, em estudo minucioso realizado pelo Canal SporTV, do Sistema Globo de Televisão, em parceria com o curso de Especialização em Futebol da Universidade Federal de Viçosa (UFV). Na pesquisa, foram avaliados mais de 400 itens nas áreas de recursos humanos, instalações físicas, recursos materiais e logística.

OPINIÃO:


  • Vai constatar que não precisamos de dinheiro público e nem "HELICÓPTEROS" para nossa invejada estrutura.
  • E que a Argentina vai ficar melhor instalada que a Brasileira.
  • "SAI OLHO GORDO"


Terceira camisa na temporada 2014

Kalil admite a possibilidade de usar uma terceira camisa na temporada 2014

Victor Martins - Blog Entrelistas - O Tempo

Presidente do Atlético pode abrir exceção no seu último ano de mandato


 Depois de seis anos o atleticano pode ter motivos para gastar um pouco mais de dinheiro com o clube. Se durante a gestão de Alexandre Kalil o Atlético usou apenas os tradicionais uniformes listrado e branco, no último de mandato o presidente pode autorizar que a Puma confeccione uma terceira camisa. Pelo menos foi o próprio Kalil revelou a Roberto Goldminc, o presidente da Puma no Brasil.

Durante a apresentação da coleção 2014/2015, há duas semanas, o mandatário atleticano conversou sobre o assunto com Goldminc. Sem perceber que o papo estava sendo gravado, Kalil rechaçou a possibilidade de usar um uniforme alternativo na Libertadores, mas abriu essa possibilidade paras disputas internas, como Campeonato Mineiro, Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil.

“A Libertadores é que a marca, você põe teu time com isso (uniforme listrado). Eu sou contra jogar a Libertadores com a camisa 3. Mas para jogar o Campeonato Mineiro, para jogar o Brasileiro...”, dizia Kalil, até ser interrompido por Roberto Goldminc, que mostrou entender a posição do presidente atleticano. “Tudo bem.”, encerrou a conversa o chileno que comanda uma empresa alemã no Brasil.


E é característica da Puma a confecção de uniformes alternativos. Além do Galo, a empresa fornece o material para outros três clubes no Brasil: o Botafogo, o Paysandu e o Goiás; sendo que os dois primeiros possuem três uniformes diferentes. Sem listrar os inúmeros times estrangeiros patrocinados pela Puma.

A última vez que o Atlético teve uma terceira camisa foi em 2008. Por
ser o ano do centenário do clube foram

lançados, ao todo, cinco uniformes. Além da listrada e da branca, a diretoria da época colocou o time para jogar com uma camisa preta de gola branca, uma listrada em preto e dourado e outra listrada convencional, mas com o escudo oval, assim como era o Atlético quando fundado.


Como no uniforme de jogo o presidente Alexandre Kalil não quis mexer muito, com ele foi apenas um jogo com uniforme alternativo. Em janeiro de 2009, no Uruguai, o Atlético disputou um torneio amistoso no Uruguai, com as marias, além dos locais Nacional e Peñarol. Na semifinal, diante do outro clube mineiro, o Galo jogou de camisa dourada e preta. Mas vale ressaltar que o material fazia parte da coleção elaborada pela diretoria anterior.


Em 2012, durante entrevista ao Canal PFC, Alexandre Kalil explicou o motivo de não deixar os fabricantes fazerem três uniformes diferentes para o Atlético. “Acho isso uma exploração, uma sacanagem com torcedor. Trocar todo ano já uma sacanagem, mas a gente ganha com isso. Mas para que três camisas? Não tem sentido!”


Outro ponto tocado pelo presidente do Atlético, na mesma entrevista, foi o preço que chega o material ao consumidor/torcedor. “A camisa tem um preço abusivo, inclusive a do Atlético. Não precisa uma camisa custar R$ 170, isso é um assalto ao torcedor”, disse Kalil. Se há dois anos o valor já era considerado alto, o que dizer dos R$ 230 atuais?
Opinião:

Prefiro que continue com está, preto e branco e branco, estas são as identidades do Clube e no estádio não diferencia um torcedor do outro.

Já basta o preço das entradas.

Esta febre (Brega) começou no Brasil recentemente, times jogam com cores que não tem nada com o original.

Deixa como está, vamos jogar bola!!!

22 de março de 2014

mais uma PEREGRINAÇÃO a Brasília

Como sempre no Brasil se comprova a expressão “O MUNDO REALMENTE É DOS ESPERTOS E OPORTUNISTAS”

O Genérico Paranaense já faz contas que em um breve futuro será o clube mais bem sucedido devido a receita e ao prestígio de ter uma arena moderníssima e ser palco de partidas desta copa maldita. Escondeu de todos, o avanço das obras e com um oportunismo “sem vergonha” chantagearam dizendo que estariam fora da copa por não haver tempo hábil para a conclusão das obras, recebeu a visita dos mandatários do nosso País a “fifa” e crivaram que não deixariam de realizar os jogos e deu no que eles queriam, receber um aporte do Governo para concluir as obras, pouca coisa em torno de R$ 300 mi, mas, ainda tem tempo de dar outro piti e receber mais um pouquinho. E nós idiotas pensamos que um dia devolverão o nosso dinheiro.

arena da esperteza
Enquanto isto...

Em mais uma PEREGRINAÇÃO a Brasília realizada nesta última quinta-feira para mais uma reunião com a Advocacia Geral da União, o presidente do Atlético-MG, Alexandre Kalil, mais uma vez ainda não obteve uma resposta positiva da AGU sobre o parcelamento da dívida alvinegra, e a agremiação segue impossibilitada de receber a verba referente à venda de Bernard, bloqueada desde a saída do jogador para o Shakhtar Donetsk. A reunião, contudo, aumentou o otimismo do mandatário, agora ainda mais esperançoso de um desfecho favorável ao Galo na próxima semana.

Segundo Kalil, a AGU e PGFN (Procuradoria Geral da Fazenda Nacional) têm demonstrado boa vontade com o assunto. Por parte do Atlético-MG, além de Alexandre Kalil, o diretor jurídico do clube, Dr Lásaro Candido da Cunha, também participou da reunião. Os ministros Luís Adams, Paulo de Souza e Wellington de Oliveira também estiveram presentes no encontro.
Uma nova reunião está agendada para ocorrer na próxima semana. No futuro encontro, o Atlético-MG pretende finalmente obter a liberação do montante. 
Desde a saída de Bernard, em agosto de 2013, mais de R$50 milhões destinados ao clube mineiro foram bloqueados pela Fazenda Nacional, por conta de dívidas fiscais do Galo. Desde então, Kalil tenta o parcelamento da dívida e a consequente liberação da verba.

Na minha opinião penso que esta novela ainda terá mais capítulos do que imaginamos, terão mais trabalho já que veio a tona o maior mico da história deste País, a compra da refinaria nos EUA que valia menos da metade desta verba que o Atlético reivindica e pagou até agora aproximadamente 25 vezes mais.

Rogério

6 de março de 2014

Atlético veste PUMA

Parceria foi firmada no início da disputa pelo bi da Libertadores.

O Clube Atlético Mineiro fechou acordo de fornecimento de material esportivo com a PUMA, marca alemã global de artigos esportivos, por duas temporadas.

A estreia do novo uniforme será no jogo contra o Nacional (PAR), dia 19 de março, na Arena Independência, pela 4ª rodada do Grupo 4 da Copa Bridgestone Libertadores da América.

O design e desenvolvimento das camisas carrega a tecnologia e matérias-primas aplicadas nos uniformes dos times e seleções que a PUMA patrocina em todo o mundo.

O presidente Alexandre Kalil espera que o novo parceiro traga sorte ao Galo. “Atlético e PUMA fazem um encontro de tradições e esperamos ter bastante sucesso com essa nova parceria”, comentou o presidente atleticano.

O presidente da PUMA no Brasil, Roberto Goldminc, ressaltou a importância da parceria: “Fechamos mais um contrato com um grande clube do futebol brasileiro, o que reforça a expansão da nossa marca para todo país. Continuaremos trilhando esse caminho vitorioso e de muitos títulos com o Atlético”, afirmou Goldminc.

Assim como é feito nas outras parcerias, a PUMA não fornecerá material diretamente ao clube mineiro. A função ficará a cargo da Filon Confecções, que receberá as demandas da equipe e distribuirá os uniformes aos pontos de venda.
Sobre a PUMA®

A PUMA é uma das empresas líderes em marcas esportivas, que projeta, desenvolve, e comercializa calçados, roupas e acessórios. Por mais de 65 anos, construiu uma história de desenvolvimento de produtos para os atletas mais rápidos do planeta. Entre as categorias de Sport Performance e Lifestyle estão Futebol, Running, Training e Fitness, Golf e Automobilismo. A marca ainda apresenta colaborações com marcas de renome e designers como Alexander McQueen, Yasuhiro Mihara e Sergio Rossi para trazer inovação e designs rápidos para o mundo esportivo. Sediada em Herzogenaurach, na Alemanha, a empresa distribui produtos para mais de 120 países e emprega mais de 10 mil funcionários em todo mundo.

Visite www.puma.com


14 de fevereiro de 2014

Com retenção de verba, Atlético-MG reclama de facilidades para cariocas

12 de Fevereiro de 2014•20h54

Ainda sem o dinheiro da venda do jovem Bernard ao futebol ucraniano, o Atlético-MG voltou a reclamar na mídia sobre a situação. O clube tem cerca de R$ 40 milhões retidos pela Fazenda Nacional por dividas da agremiação com o fisco, algo que vem atrapalhando a vida financeira atleticana. O time mineiro,
Kalil voltou a reclamar da situação pelo Twitter
Foto: Divulgação
porém, reclama da facilidade que Flamengo, Vasco e Botafogo tiveram para o parcelamento, algo que não foi possível para o alvinegro mineiro.
“Há uma divida de mais de R$ 200 milhões, mas parte dela é indevida. Muitas coisas foram incluídas indevidamente e precisa ser retirado. Mas o Atlético-MG participou de reuniões, consegui parcelamentos, acertamos os parcelamentos, e os órgãos criam dificuldades. É impossível pagar assim. O clube não consegue o parcelamento”, disse Lásaro Cândido da Cunha, diretor jurídico do Atlético-MG, em entrevista a rádio Itatiaia.

O diretor atleticano disse ainda que o Atlético-MG cumpriu com tudo para conseguir o parcelamento, oferecendo inclusive propriedades como garantia – caso do Shopping que está localizado no bairro Lourdes, na região centro-sul de Belo Horizonte, uma das áreas mais nobres da cidade.

“Tivemos reuniões e oferecemos o shopping que é do Atlético-MG como garantia. Elas parcelaram, aumentaram o prazo, depois fecharam a porta. O Atlético-MG está sendo atacado por ações por todos os lados. Não conseguimos entender isso. Qual o motivo de Flamengo, Vasco e Botafogo conseguirem e o Atlético-MG, não?”, questionou Lásaro.

“A procuradoria tem que fazer o acordo. Eles têm obrigação de fazer para o Atlético-MG se fez para outros clubes. Minas Gerais e o Atlético-MG precisam ser respeitados. Políticos foram procurados para tentar mudar algo, até fizemos contatos, mas parou aí. Algo tem que ser feito”, reforçou.

Lásaro voltou a criticar as facilidades que outros clubes tiveram para fechar o acordo de parcelamento de dividas parecidas. “O Flamengo fez acordo rápido, nem precisou ir em Brasília, foi na regional. Então qual o motivo de não fazer para o Atlético”, lamentou.
Ele disse que o clube mineiro está preparando para acionar na justiça para tentar recuperar o dinheiro de Bernard. “Estamos preparando uma ação contra a união, eles são obrigados a parcelar, a lei determina que façam isso. Fez para outros clubes tem que fazer para o Atlético-MG. Tudo é muito lento no poder judiciário e a pressão é grande”, finalizou.

Enquanto não resolve o problema, o Atlético-MG luta para arcar os compromissos com seus funcionários. No fim do ano passado e no inicio de 2014, o clube chegou a atrasar salários e direitos de imagem de jogadores, algo que já foi regularizado.


13 de fevereiro de 2014

Bloqueio sofrido pelo Atlético será discutido na Assembleia de Minas

Do UOL, em Belo Horizonte
13/02/201417h29

Uma audiência pública na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, no dia 25 de fevereiro, às 14h30, vai discutir as negociações entre Atlético-MG e a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, que se estagnaram por conta do bloqueio do dinheiro da venda de Bernard ao Shakhtar Donetsk, em agosto passado, por conta de dívidas do clube mineiro.

O deputado estadual Rogério Correa (PT-MG), que vem tentando ajudar o clube mineiro nas negociações com a Fazenda Nacional, foi quem marcou a audiência pública na Assembleia para discutir a situação.

Membros da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, da diretoria do Atlético e até torcedores alvinegros já foram convidados pelo deputado mineiro, que segue tentando se reunir com membros do governo da presidenta Dilma Rousseff, em Brasília, para tentar um acordo entre as partes.

A diretoria do Atlético vem tentando, desde agosto de 2013, a liberação de R$ 54 milhões
O deputado estadual Rogério Correa (PT-MG)
referentes à venda de Bernard para o Shakhtar Donetsk. O dinheiro foi retido pela Fazenda Nacional logo após a negociação por causa de dois processos de dívidas do clube mineiro.


Alexandre Kalil revelou, no final de 2013, que havia se reunido com a Procuradoria Geral da Fazenda, em Brasília, quando conseguiram um acordo para parcelamento da dívida. Porém, o clube não obteve o aval da Advocacia-Geral da União (AGU).

Na quarta-feira, o presidente Alexandre Kalil revelou, em seu twitter, que o clube mineiro sofreu mais um bloqueio de receitas referentes a um processo de 1999, situação que dificulta ainda mais o acordo com a Fazenda Nacional para a liberação da quantia retida.


Posteriormente, o diretor financeiro do Atlético, Lásaro Candido da Cunha, informou que o clube entrará com uma ação contra a União, para obrigar o órgão a fazer um acordo com o clube para o parcelamento da dívida, situação que ainda não aconteceu.

Atlético é chamado para reunião com AGU

Atlético é chamado para reunião com AGU sobre bloqueio de verba do Bernard

Do UOL, em Belo Horizonte 13/02/201419h25

O Atlético-MG poderá ter novidades em relação ao bloqueio do dinheiro da venda do atacante Bernard, para o Shakhtar na próxima semana. O presidente Alexandre Kalil embarcará, na segunda-feira, para Brasília, quando se reunirá com o advogado Geral da União, Luís Inácio Lucena Adams. 

A reunião foi confirmada pela diretoria do alvinegro mineiro, que foi chamada para nova viagem a Brasília. Alexandre Kalil tentará, novamente, chegar a um acordo para o parcelamento da dívida que impossibilita a liberação do dinheiro de Bernard.

A diretoria do Atlético vem tentando, desde agosto de 2013, a liberação de R$ 54 milhões, referentes à venda de Bernard para o Shakhtar Donetsk, cujo recurso foi retido por determinação da Fazenda Nacional, em função de dívidas do clube.

Alexandre Kalil revelou, no final de 2013, que havia se reunido com a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), em Brasília, quando conseguiram um acordo para parcelamento da dívida. Porém, o clube não conseguiu aval da AGU.

Na quarta-feira, o presidente alvinegro, Alexandre Kalil revelou, em seu twitter oficial, que o clube mineiro sofreu mais um bloqueio de receitas do clube, referente a um processo de 1999, situação que dificulta ainda mais o acordo com a Fazenda Nacional para a liberação da quantia retida.

Posteriormente, o diretor jurídico Lásaro Candido da Cunha revelou que o clube entrará com uma ação contra a União, para obrigar o órgão a fazer um acordo com o Atlético para o parcelamento da dívida, nos moldes do que já ocorreu com outras agremiações, mas não com o alvinegro mineiro.


7 de fevereiro de 2014

Alexandre Kalil tuita e alfineta diretor que tentou Otamendi

07 de Fevereiro de 2014•19h11 • atualizado às 20h35

Poucos minutos depois de Nicolás Otamendi entrar no BID (e também na Libertadores) como jogador do Atlético-MG, o presidente Alexandre Kalil fou ao twitter para provocar, sugerindo que houve um diretor de futebol com pouca idade que tentou trazer o zagueiro Nicolas Otamendi.

Quem ganha é jogador, cartola não! KKKKKKK
- Tem diretor que tá novinho demais para atravessar negócio do Atlético. Quem ganha é jogador, cartola não! KKKKKKK - escreveu o mandatário, colocando, nas entrelinhas, que o tal diretor ofereceu uma comissão farta para que Otamendi aceitasse o empréstimo de seu clube.

Nicolas Otamendi, que foi vendido do Porto para o Valencia por 12 milhões de euros na última quarta-feira, não pode defender o clube espanhol na atual temporada europeia. A solução foi o empréstimo junto ao Galo. A diretoria do Atlético viu o negócio como um presente divino, já que perdeu Emerson e 'ganhou' um atleta de Seleção Argentina, pronto para brigar por vaga de titular com Réver e Leonardo Silva.

31 de janeiro de 2014

Ronaldinho vira incerteza

Diretoria confirma que contrato do armador não foi renovado, como havia anunciado Kalil. Reunião até amanhã busca solução, mas craque já está de fora do jogo contra o Nacional

Roger Dias - Estado de Minas
Publicação:31/01/2014 07:15  Atualização:31/01/2014 09:07


O entusiasmo de toda a torcida, diretoria e jogadores do Atlético no começo de 2014 era pela renovação de contrato de Ronaldinho Gaúcho por mais um ano, conforme foi anunciado pelo presidente Alexandre Kalil no dia 9, por meio de seu Twitter oficial. No entanto, o craque ainda não assinou o novo compromisso e por isso não teve o nome publicado no Boletim Informativo Diário (BID), da CBF, o que inviabiliza sua escalação diante do Nacional, domingo, às 17h, no Independência, pela segunda rodada do Campeonato Mineiro.

Via assessoria de imprensa do clube, o diretor de futebol Eduardo Maluf afirmou que “importantes detalhes” no vínculo precisam ser resolvidos para que a situação possa ser regularizada. O acordo para a permanência no Galo foi feito verbalmente numa reunião entre Alexandre Kalil e o procurador e irmão do craque, Assis. Na época, o dirigente exaltou a rapidez do acerto, já que o encontro teria durado apenas 35 minutos. O empresário esteve ontem na Cidade do Galo, mas não quis comentar o assunto. No entanto, ele revelou que haverá um novo encontro entre as partes hoje ou mesmo amanhã para tentar uma solução.

Desta forma, a ausência do craque diante do Minas, quarta-feira, em Sete Lagoas, não foi computada como cumprimento de suspensão pela expulsão no Mundial de Clubes, contra o Guanghzou. Para valer, ele deveria estar registrado na CBF. A intenção da diretoria é que o jogador esteja apto para a estreia na Copa Libertadores diante do Zamora, em 11 de fevereiro, na Venezuela. Na última participação na competição sul-americana, ele esteve presente nos 14 jogos na campanha vitoriosa, marcando três gols.

Ronaldinho ficou na academia ontem à tarde e não treinou no campo. Pelo Estadual, a comissão técnica quer poupá-lo de compromissos mais cansativos no interior, porém ele estaria nos planos para os confrontos no Independência, assim como foi feito na última temporada. Ele não atuou no jogo-treino de domingo contra o Democrata-SL, na Cidade do Galo, dedicando-se mais uma vez aos trabalhos físicos.

De acordo com o goleiro Victor, o grupo tem de trabalhar para superar a falta do camisa 10: “Ronaldinho é fundamental na nossa equipe. Acredito que são detalhes e ajustes a serem feitos no contrato e isso é assunto a cargo da parte administrativa. Queremos nos preparar da melhor forma e esperamos que ele esteja em condições de nos ajudar em todas as competições. Enquanto ele não puder, temos de nos organizar para minimizar sua ausência. Mas temos jogadores de qualidade capazes de substituí-lo quando ele não puder atuar”.

MANTER A FORMAÇÃO Se Ronaldinho estará de fora, o técnico Paulo Autuori deve manter a formação que enfrentou o Minas na estreia. Apesar de declarar que o time alvinegro não privilegiará nenhuma competição, o treinador entende que o momento é de os atletas se prepararem o máximo possível para estrear com o pé direito na Libertadores. “Não há jeito, os nossos treinos vão ser o Campeonato Mineiro. Jogamos na quarta-feira e vamos entrar em campo domingo. Portanto, teremos uma sequência. Não poderei treinar muito mais. Mas a equipe tem uma base pronta. Estes jogos farão o time crescer para a gente chegar bem à Libertadores.”

Mesmo satisfeita com o grupo, a diretoria espera fazer pelo menos três contratações para dar equilíbrio ao grupo. O clube está à procura de mais um lateral-esquerdo (trouxe Pedro Botelho), um zagueiro e um armador, embora as opções no mercado sejam escassas. O Galo não renovou os contratos do lateral Júnior César e do zagueiro Gilberto Silva e perdeu o atacante Luan, que passou cirurgia no joelho direito e só deve voltar em julho.

Comentário: Acho esta estória muito estranha é indireta para a Fazenda Nacional ou alguma bomba vem por aí

20 de janeiro de 2014

Tardelli não garante permanência no Atlético-MG: 'Por enquanto, sim'

Segunda, 20 de Janeiro de 2014 - 16:00

Tardelli não garante permanência no Atlético-MG: 'Por enquanto, sim'
Foto: Ramon Bittencourt / Agência Lance
Diego Tardelli chegou a Belo Horizonte nesta segunda-feira (20), mas não garantiu sua permanência no Atlético Mineiro para a temporada de 2014. Ao ser perguntado se cumprirá o contrato com o clube, o atacante não foi firme: “Por enquanto, sim”.

Antes da disputa no Mundial de Clubes, no Marrocos, em dezembro, Tardelli revelou que poderia deixar o Galo na temporada seguinte. O atacante tem contrato até 2017, porém, devido às suas respostas evasivas, o presidente Alexandre Kalil já deu o recado a quem quiser tirá-lo do clube.

“Tardelli tem contrato e multa rescisória. Vem cá pagar a multa dele, que deve ser pequena. Time que quer levar o Tardelli tem que pagar, porque nós pagamos. O Atlético-MG pegou dinheiro do caixa e pagou”, disse Kalil à época.

Sobre a polêmica dos salários atrasados, Tardelli falou que foi mal entendido com a expressão “e o salário ó”, mas não sabia se o pagamento havia sido regularizado ou não. “Não foi nada demais, não aconteceu nada, as pessoas entenderam de maneira de diferente. Mas para mim foi tudo normal. Vou ver agora se está tudo certo", completou.